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19/08/2010-09:37:05
ISA
 

Texto: Chico Padilha

Panamá é o canal para o ISA Master Mundial

Terceiro e quinto nos anos na elite do surf, Victor Ribas e Fábio Gouveia são do Brasil no Panamá ISA Master

“No real espírito do surf“, é assim que a organizadora anfitriã, a panamenha Surf Box, chancelada pela International Surfing Association, ISA, anuncia ao Panama ISA World Masters Surfing Championship, de 27 próximo a 5 de Setembro, na “remota, acolhedora e isolada” Santa Catalina, já conhecida pela qualidade das ondas, e cujo Mundial tem categorias Master(Acima de 35 anos) masculino e feminino, Grand Master (mais de 40), Kahunas (superior aos 45) e Grand Kahuna ( para os nascidos em 1959 ou antes).
O trio Master do Brasil no Panamá será Victor Ribas, Carlos Santos e Andréa Lopes, na Grand Master estarão Júnior Maciel e Fábio Gouveia, que na abertura do Mundial Master no próximo 27 de agosto, terá um ano e um dia a mais do que os quarenta exigidos, enquanto na Kahuna vai Sergio Pena e Alexandre Morse, e a Grand Kahuna terá Roberto Andrade representando ao Brasil.

A expectativa é por tubos na maior parte dos dias do evento e que a extensa direita sobre fundo de pedras brinde os competidores com a conhecida e larga seção de tubo que impressiona à todos e não será diferente com os experientes participantes que buscam cinco títulos, alguns em plena atividade profissional, a exemplo dos masters do Rio de Janeiro Vitor Ribas e Andréa Lopes, ambos de precoce, vitoriosa e longa carreira no surf nacional, a cuja elite profissional permanecem integrando.

Uma dupla catarinense, Carlos Santos, na Master, e Júnior Maciel, ao lado de Fábio Gouveia na Grand Masters, são nomes que permanecem explorando os eventos das mais diversas categorias, Carlos Santos inclusive competindo em torneios profissionais em seu estado, onde o paraibano Fabinho mora e surfa sempre.

Fábio Gouveia, volta a competir pelo Brasil na América Central, após mais de vinte e dois anos do seu histórico título Open no então bienal Título Mundial de Surf da ISA em Porto Rico, e há exata uma década de quando somou no Brasil, para o inédito ouro por seleções.

A meta para todos é a mesma, só muda a categoria, mas a disposição é igual a que certamente exibirão os mais jovens surfistas que a Confederação Brasileira de Surf, por resultados e critério técnico, levará a dois futuros torneios da ISA, ambos no Peru, os Jogos Mundiais de Surf, em Outubro, e o Mundial Júnior, em Abril do próximo ano.

Santa Catalina, já conhecida pela qualidade das ondas, e cujo Mundial tem categorias Master(Acima de 35 anos) masculino e feminino, Grand Master (mais de 40), Kahunas (superior aos 45) e Grand Kahuna ( para os nascidos em 1959 ou antes).

O trio Master do Brasil no Panamá será Victor Ribas, Carlos Santos e Andréa Lopes, na Grand Master estarão Júnior Maciel e Fábio Gouveia, que na abertura do Mundial Master no próximo 27 de agosto, terá um ano e um dia a mais do que os quarenta exigidos, enquanto na Kahuna vai Sergio Pena e a Grand Kahuna terá Roberto Andrade representando ao Brasil.

A expectativa é por tubos na maior parte dos dias do evento e que a extensa direita sobre fundo de pedras brinde os competidores com a conhecida e larga seção de tubo que impressiona à todos, e não será diferente com os experientes participantes que buscam cinco títulos, muitos em plena atividade profissional, a exemplo dos masters do Rio de Janeiro Vitor Ribas e Andréa Lopes, ambos de precoce, vitoriosa e longa carreira no surf nacional, a cuja elite profissional permanecem integrando.

Uma dupla catarinense, Carlos Santos, na Master, e Júnior Maciel, ao lado de Fábio Gouveia na Grand Masters, são nomes que permanecem explorando os eventos das mais diversas categorias, Carlos Santos inclusive competindo em torneios profissionais em seu estado, onde o paraibano Fabinho mora e surfa sempre.

Fábio Gouveia, volta a competir pelo Brasil na América Central, após mais de vinte e dois anos do seu histórico título Open no então bienal Título Mundial de Surf da ISA em Porto Rico, e há exata uma década de quando somou no Brasil, para o inédito ouro por seleções.

A meta para todos é a mesma, só muda a categoria, mas a disposição é igual a que certamente exibirão os mais jovens surfistas que a Confederação Brasileira de Surf, por resultados e critério técnico, levará a dois futuros torneios da ISA, ambos no Peru, os Jogos Mundiais de Surf, em Outubro, e o Mundial Júnior, em Abril do próximo ano.

 

 

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