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18/11/2003-09:18:38
Longboard
 

O australiano Beau Young deu mais um passo rumo à marca do pai Nat Young, tetracampeão mundial de Longboard. Neste sábado, ele conquistou o segundo título derrotando na grande final da Nova Zelândia o mesmo Joel Tudor que enfrentou quando faturou o seu primeiro caneco de campeão mundial, nas ótimas ondas da Praia do Rosa, em Imbituba (SC). Os dois também decidiram o título nas Ilhas Canárias, mas nessa o norte-americano Joel Tudor levou a melhor. Depois de alguns dias parado, o Oxbow Longboard Pro recomeçou na sexta-feira em boas ondas de 1 metro de altura em Manu Bay, Raglan. Foi um longo dia de disputas e o Brasil acabou se despedindo nas duas últimas baterias das quartas-de-final, com Picuruta Salazar e Jaime Viúdes dividindo o posto de quinto melhor longboarder do mundo em 2003 com os havaianos Bonga Perkins e Duane DeSoto.

O grande favorito ao título era Joel Tudor, que vinha atropelando seus adversários batendo recordes em cima de recordes nas longas esquerdas de Raglan. Ele estreou com a segunda maior pontuação – 16,50 – da primeira fase, enquanto Beau Young era derrotado pelo guarujaense Danilo Rodrigo. Mas, o australiano deu a volta por cima na repescagem igualando o recorde de 17,00 pontos do sul-africano Jason Ribbink. Porém, foi sua última grande apresentação antes da grande final.

Já Joel Tudor estabeleceu um novo e imbatível recorde de 17,75 pontos para derrotar o havaiano Duane DeSoto nas quartas-de-final e totalizou outros incríveis 17,50 pontos de 20 possíveis na semifinal contra o sul-africano Mathew Moir. Enquanto isso, Beau Young só marcou 10,10 pontos na vitória sobre o niteroiense Augusto Saldanha na terceira fase, passou apertado pelo australiano Grant Thomas – 13,85 x 13,65 – nas oitavas-de-final, registrou 14,25 pontos para tirar o último brasileiro, Jaime Viúdes, nas quartas por 14,25 x 11,00 pontos e por 15,40 x 12,90 pontos derrotou o bicampeão mundial Collin McPhillips na semifinal.

Na grande final, a comissão técnica decidiu computar as três melhores apresentações de cada atleta e Joel Tudor acabou só conseguindo surfar as exatas três ondas. Tirou nota 6,5 na primeira, 7,0 na segunda e 4,5 na terceira. Já Beau Young pegou oito ondas e recebeu nota 8,5 em sua quarta apresentação, que somada com uma 7,6 na sexta e uma 5,5 na terceira, totalizou 21,60 pontos contra 18,00 pontos de 30 possíveis de Joel Tudor.

OS BRASILEIROS – O Brasil adiou mais uma vez o sonho de ingressar na Galeria dos Campeões Mundiais de Longboard da ASP. Formando o maior esquadrão na Nova Zelândia, com treze representantes entre os 48 candidatos ao título mundial, novamente o veterano Picuruta Salazar foi quem chegou mais perto de mais um pódio na grande final do Oxbow Longboard Pro. Ele terminou empatado em quinto lugar com Jaime Viúdes, mas por bem pouco não derrotou o bicampeão mundial Colin McPhillips na terceira quarta-de-final, na penúltima bateria realizada na sexta-feira.

O norte-americano abriu a disputa com uma nota 7 e Picuruta deu o troco com um 8. McPhillips recebe um 6,65 em sua segunda onda e lidera a bateria até o brasileiro tirar uma nota 6 quando faltavam 8 minutos para terminar o confronto. Ele abriu uma grande vantagem de 7,01 pontos, só que 4 minutos depois os juizes deram nota 7,10 para garantir a vitória de Colin McPhillips em sua última onda por 14,10 x 14,00 pontos. Na última bateria do dia, Jaime Viúdes não conseguiu acompanhar o ritmo do campeão Beau Young, sendo derrotado por 14,25 x 11,00 pontos.

Um total de nove brasileiros competiu na sexta-feira em Raglan. Os primeiros foram Amaro Matos e Olimpinho, que disputaram uma vaga para as oitavas-de-final, com Amaro levando a melhor por 12,50 x 10,50 pontos. Na seqüência, ainda pela terceira rodada do Oxbow Longboard Pro, Picuruta Salazar massacrou o inglês Elliott Dudley por 15,25 x 9,50 pontos, mas Augusto Saldanha foi derrotado pelo campeão Beau Young por 10,10 x 8,65 pontos e Phil Rajzman perdeu para o australiano Grant Thomas pelo placar de 13,75 x 12,65 pontos. Todavia, Jaime Viúdes garantiu mais uma vitória brasileira ao ganhar do havaiano Kekoa Uemura a última bateria da terceira fase, por 13,25 x 12,75 pontos.

Era o sexto brasileiro classificado para as oitavas-de-final, que não começou bem para o Brasil. Depois de derrotar o campeão Beau Young na primeira fase e de eliminar o francês Jonathan Larcher na terceira rodada, o guarujaense Danilo Rodrigo, o “Mulinha”, acabou barrado pelo havaiano Duane DeSoto, por 14,10 x 12,90 pontos.


O saquaremense Jeremias da Silva não teve chances contra o sul-africano Mathew Moir, sendo batido por 15,15 x 9,50 pontos. Já o experiente Paulo Kid, do Guarujá (SP), vendeu caro sua derrota para o cabeça-de-chave número 1, Bonga Perkins, do Havaí, por 15,60 x 13,55 pontos.

Era o sexto brasileiro classificado para as oitavas-de-final, que não começou bem para o Brasil. Depois de derrotar o campeão Beau Young na primeira fase e de eliminar o francês Jonathan Larcher na terceira rodada, o guarujaense Danilo Rodrigo, o “Mulinha”, acabou barrado pelo havaiano Duane DeSoto, por 14,10 x 12,90 pontos. O saquaremense Jeremias da Silva não teve chances contra o sul-africano Mathew Moir, sendo batido por 15,15 x 9,50 pontos. Já o experiente Paulo Kid, do Guarujá (SP), vendeu caro sua derrota para o cabeça-de-chave número 1, Bonga Perkins, do Havaí, por 15,60 x 13,55 pontos.
A primeira vitória veio em mais um confronto brasileiro de Amaro Matos na Nova Zelândia. Entre os dois que mandou para a repescagem em sua estréia em Raglan, um era Diego Rosa. Na terceira fase superou o baiano Olimpinho, mas nas oitavas-de-final acabou perdendo a disputa contra o santista Picuruta Salazar, por 13,75 x 12,00 pontos. A outra única vitória ocorreu na disputa pela última vaga nas quartas-de-final, com Jaime Viúdes despachando o inglês Lee Ryan por 14,50 x 12,70 pontos.
 

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