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03/07/2008-08:31:16
Nordestino PRO #5
 

Texto: Chico Padilha
Fotos: Chico Padilha e Rodrigo Mesquita

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O baiano Rudá Carvalho foi o campeão do Greenish Pro, quinta etapa do Nordestino de Surf Profissional, disputada no fim de semana em excelentes ondas do Pontal, em Baia Formosa, litoral sul potiguar.


Para vencer ao Greenish Pro em Baía Formosa, o jovem baiano de Ilhéus foi quem mas se aproximou dos 18,65 pontos de média geral (soma das duas notas) obtidos na fase inaugural pelo jovem ídolo local Alan Johnes, que saiu favoritíssimo do sábado mas finalizou em nono lugar geral na prova sendo porém o vencedor da Expression Session, disputa pela manobra com maior grau de dificuldade que envolveu convidados e aconteceu antes da decisão da etapa, na qual outro baiano de Ilhéus, Franklin Serpa, foi vice de Rudá, e na qual dois potiguares José Júnior, de Baia Formosa, foi terceiro e o natalense Felipe Oliveira, o quarto.


O evento foi disputadíssimo, e recorde em notas altas da temporada que ainda terá mais quatro etapas e permite os atletas descartarem suas duas menores de nove pontuações possíveis.


E nove, foi um número constante no Greenish Pro, no qual das quinze maiores notas o número a esquerda da vírgula em catorze delas era o nove


Três ondas alcançaram 9,9 de nota. A primeira delas foi do formosense Alan Johnes rumo a média recorde da primeira fase e do evento, e outras duas do vice-campeão Franklin Serpa, que só estreou na fase dois e garantiu a mesma nota 9,9 que veio a somar rumo à decisão, na qual além do segundo vice-título tomou à ponta do ranking do pernambucano Halley Batista, que diferente do campeão Rudá perdeu ao estrear apenas na manhã do domingo de ondas de formação perfeita, muito sol, e público participativo do Greenish Pro em Baia Formosa.



Surfista nota dez
A maior nota possível, o chamado "dez redondo", foi conquistado sem que seu autor, o pernambucano e ainda júnior Luel Felipe, conseguisse avançar das quartas de final, parado pela maior consistência em duas ondas e notas de dois atletas que fazem pranchas em Baia Formosa, conhecida por "BF", o finalista e nativo José Júnior e um quinto colocado, o paraibano Saulo Carvalho, da vizinha Baia da Traição.

O outro quinto colocado no Greenish Pro em Baia Formosa foi um representante do surf amador da cidade: Júlio Cavalcanti, que por menos de três décimos (12,75 a 13,00) não tirou da decisão ao campeão Rudá Carvalho, surfista que conta apenas com apoios e foi presença nas finais das duas etapas anteriores, sendo em ambas quarto colocado, que desta vez surfou para vencer finalizando ao Greenish Pro- evento considerado nota dez- com mais uma nota superior a nove e assim o evento passar das quarenta ondas que, sendo perfeitas, ajudaram na obtenção de notas ótimas graças a surfistas, profissionais ou amadores, nativos ou não, que demonstraram está no nível da sua inquestionável qualidade e força.

Bahia assume a ponta
Finalmente o Nordestino de Surf Profissional sofreu uma mudança de líder, fruto da primeira derrota na estréia caiu o ipojucano Halley Batista para a posição imediata a do agora primeiro Franklin Serpa, que na baiana Ilhéus tem entre vizinhos próximos os conterrâneos Rudá Carvalho e Bruno Galini, respectivamente terceiro e quarto e a exemplo dele surfistas assíduos na ilheense praia de backdoor, sempre lembrada como uma ótima onda "para a direita".

O nome "backdoor" (porta de trás em inglês) foi originalmente dado a uma onda existente em praia havaiana, e depois ganhou homônima baiana, boa terra na qual hoje existe a partir de Ilhéus uma rede de lojas de surf tendo este mesmo nome e sendo apoiadora do promissor jovem trio local, o qual tem no próximo ano grandes chances de se encontrar na divisão principal SuperSurf.

O mais experiente, Bruno Galini, pode se reclassificar pelo próprio circuito de elite, Rudá tem muitas chances através das vagas oferecidas na divisão nacional de acesso Brasil Tour, de duas pontuações regionais, e finalmente Franklin Serpa, que lidera à não decidida e acirrada disputa por três vagas oferecidas diretamente através do Nordestino 2008, circuito que vem garantindo aos profissionais do surf na região, calendário definido, premiações crescentes, competições de alto nível, divulgação merecida, e ondas de qualidade, os quais fazem crescer ao orgulho de ser surfista profissional no Nordeste.

Apoios e patrocínio
Com patrocíno da Greenish, o "Greenish Pro" em Baia Formosa, foi realização e quinta etapa da Associação Nordestina de Surf, valendo 1000 pontos no ANS Tour e 250 na divisão nacional Brasil Tour, homologado pela Associação Brasileira de Surf Profissional (abrasp) Federação de Surf do RN( FESURF), contou com a Prefeitura de Baia Formosa, Pousada La Bonita, Pranchas BF que premiou à Expression Session, apoio de divulgação cearasurf.com.br, revista Beach show, e cobertura oficial da sportv, com ranking, estatísticas e resultados disponibilizados no www.surfbyte.com.br, sistema oficial da ANS 2008.

Greenish Pro 2008
Final
Rudá Carvalho (BA) 17.90,
Franklin Serpa (BA) 15.25,
José Júnior (RN) 15.15,
Felipe Oliveira (RN) 11.10


Semifinais
1 Franklin Serpa (BA) 16.25, José Júnior (RN) 13.50, Saulo Carvalho (PB) 12.75, Ulisses Meira (PB) 12.40

2 Felipe Oliveira (RN) 13.15, Rudá Carvalho (BA) 13.00, Júlio Cavalcanti (RN) 12.75, John Max (RN) 12.50


Resultado
1 Rudá Carvalho (BA)
2 Franklin Serpa (BA)
3 José Júnior (RN)
4 Felipe Oliveira (RN)
5 Saulo Carvalho (PB)
5 Julio Cavalcanti (RN)
7 John Max (RN)
7 Ulisses Meira (PB)

Ranking depois de cinco etapas
1 Franklin Serpa (BA) 3900
2 Halley Batista (PE) 3860
3 Rudá Carvalho (BA) 3815
4 Bruno Galini (BA) 3735
5 Edvan Silva (CE) 3510
6 Christiano Spirro (BA) 3258
7 John Max (RN) 3240
8 Alan Donato (PE) 3233

Sustentabilidade
A Greenish, tem valorizado em suas coleções à presença de produtos ecologicamente corretos, a exemplo de, camisas T - shirt com "Malha Pet", cujo tecido tem na composição percentual de poliéster oriundo da reciclagem de garrafas Pet ,T-shirts usando algodão natural, com utilização de apenas 40% da água exigida para a produção de peças tingidas, além do algodão orgânico certificado, produzido sem agrotóxicos, e com uso de corantes naturais de origem mineral animal ou vegetal no tingi mento e em cujo acabamento são usados amaciantes a base de manteiga extraída da semente de cupuaçu.

Outra ação vem sendo estender para seus eventos às ações desenvolvidas na fábrica, que reaproveitam todos os resíduos recicláveis e reaproveitaveis gerados na mesma, à exemplo de sobras de tecidos, garrafas PET, pvc de bobinas e de carretéis de linha.

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