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16/02/2009-14:24:07
KiteSurf
 

Por Rafael Forti.


EXPEDIÇÃO CABO VERDE 2009


O desejo de sair do país para enfrentar novos desafios é o sonho de muitos. E os que praticam o Kite já sabem: os ventos sopram com força nas Ilhas de Cabo Verde, na África. O país, considerado o “Havaí do kitesurf”, conta com ondas perfeitas (de três a quatro metros), águas cristalinas e ventos que fazem a cabeça dos velejadores.

O Smolder Kitesurf Integrando Fronteiras surgiu em 2008 com a proposta de desbravar o arquipélago de Cabo Verde e mapear todos os points e alguns secrets points de velejo. Com o patrocínio da SMOLDER confirmado novamente e com os apoios da NAISH e WINDZEN, em 2009 iremos terminar o mapeamento da região com informações detalhadas de quem de fato esteve velejando por lá.

Nossa equipe embarca dia 23 de fevereiro e será formada pelos atletas profissionais Célio Beleza, Gustavo Foerster e Ygon Maia, o fotógrafo Paulo André, que irá registrar todos os momentos, sobre a direção de Rafael Forti e Gilberto Paiva.

Em 2008 mapeamos a Costa Leste e a Parte Sul:

Costa Leste - Sierra Negra/Upwind Cabessa/Cabessa de Salinas (Kitebeach)
Esses três picos ficam um ao lado do outro, formando a praia de kitebeach. Vento maral da esquerda, fundo de areia com algumas pedras e ondas no outside.

Parte Sul - Ponta Leme
Excelente pico de ondas, onde funciona uma boa esquerda. A onda facilita aos iniciantes, pois é um pouco gorda e o vento sempre lateral ajuda na hora das manobras.

Extremo Sul - Ponta Sino
Pico localizado ao sul da ilha, à direita do vilarejo de Santa Maria. É preciso uma certa experiência para velejar aqui, pois o terral pode falhar e fica difícil voltar para a praia. As ondas tem força, quebram em fundo de areia e pedra, e o velejo pode ser aproveitado tando de wind como de kite.

Já para este ano o objetivo é mapear a Costa Oeste, dos famosos points de Fontona, Cural Joul, Ali Baba, Calheta Funda e Ponta Preta. Nessa costa se localizam os melhores picos de onda. Em 2008 não pegamos o swell nessa direção, por isso não tivemos a sorte de presenciar o potencial dessas ondas. O Vento terral forte e o fundo de pedras deixam o velejo ainda mais radical e quando o mar sobe, a brincadeira se transforma em coisa séria.

O material produzido será usado na produção de um DVD sobre o arquipélago e um guia impresso, além de ser publicado em web sites e revistas especializadas de todo o país.
 

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